domingo, 16 de julho de 2017

São João do Jacaré dia 22 de julho à luz da lua em Vila Isabel na rua


O forró do Eu sou eu, jacaré é bicho d´água será assim:

Sábado 22 de julho
de 18 às 23 horas
Esquina de Visconde de Abaeté com Torres Homem

Ao som de zabumba, sanfona e triângulo ao vivo




Festas juninas ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João".



 

Olha pro céu meu amor
Veja como ele está lindo
Olha pra'quele balão multicor
Que lá no céu vai sumindo
Foi numa noite
Igual a esta
Que tu me deste
O teu coração

O céu estava
Todinho em festa
Pois era noite de São João
Havia balões no ar
Xote e baião no salão
E no terreiro o seu olhar
Que incendiou meu coração



 E agora Jacaré, de Caruaru, mostra como será a quadrilha na nossa esquina: 




Vai ter xote, assim falou Jacaré com Alceu Valença  cantando João do Vale 



 Pisa na fulô, pisa na fulô
Pisa na fulô
Não maltrata o meu amor

Um dia desses
Fui dançar lá em Pedreiras
Na rua da Golada
Eu gostei da brincadeira
Zé Cachngá era o tocador
Mas só tocava
Pisa na fulô

...

Pisa na fulô, pisa na fulô...
De magrugada Zeca Cachangá
Disse ao dono da casa
"Não precisa me pagar
Mas por favor
Arranja outro tocador
Que eu também quero
Pisa na fulô"

  Vai ter xaxado também com Luiz Gonzaga e os cabra de Lampião no  filme Hoje o Galo Sou Eu de 1958



E vai ter baião com Gonzaguinha falando como Luiz Gonzaga inventou a zabumba e triângulo:

Como se dança o baião
E quem quiser aprender
É favor presta atenção
Morena chegue pra cá,
Bem junto ao meu coração
Agora é só me seguir
Pois eu vou dançar o baião

...



A festa homenagerá o jacarense Aldo que partiu para dançar quadrilha com São João e que Drummond lhe fez esses versos como se vê na foto abaixo:



Quando nasci, um anjo torto
Desses que vivem na sombra
Disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida

As casas espiam os homens
Que correm atrás de mulheres
A tarde talvez fosse azul
Não houvesse tantos desejos

O bonde passa cheio de pernas
Pernas brancas pretas amarelas
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração
Porém meus olhos
Não perguntam nada

O homem atrás do bigode
É sério, simples e forte
Quase não conversa
Tem poucos, raros amigos
O homem atrás dos óculos e do bigode

Meu Deus, por que me abandonaste
Se sabias que eu não era Deus
Se sabias que eu era fraco

Mundo mundo vasto mundo
Se eu me chamasse Raimundo
Seria uma rima, não seria uma solução
Mundo mundo vasto mundo
Mais vasto é meu coração

Eu não devia te dizer
Mas essa lua
Mas esse conhaque
Botam a gente comovido como o diabo





E vamos à festa...

Um comentário:

  1. Festas do Jacaré são sempre muito boas, levarei um alguidar com cocadas do sertão do Cerrado.

    Júlio

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